Meu muito amado filho Estêvão
Hoje deixo-te um texto adaptado da Susana Areal que eu gostava que lesses porque podia bem ter sido escrito por mim.
Durante muitos anos, fiz apenas o que "era certo", o que "era esperado" de uma profissional "responsável", vivia intensamente essa realidade, apenas essa realidade... Vivi tão intensamente esse papel, que cheguei ao ponto de a uma pergunta tão simples quanto: "O que gostas de fazer?" apenas conseguir responder: "Trabalhar", e perante a insistência de uma nova pergunta: "E quando não estás a trabalhar, o que gostas de fazer? O que te faz feliz?" após uma hesitação inicial apenas dizer: "Isso pouco interessa! Sei lá o que gosto de fazer... Não tenho tempo para mais nada! Gosto de trabalhar e ser boa no que faço!".
Naquele tempo seguia apenas a razão. Fazia apenas o que a minha carreira, a minha profissão, a minha responsabilidade exigiam. Depois, tive a felicidade de descobrir…
Hoje deixo-te um texto adaptado da Susana Areal que eu gostava que lesses porque podia bem ter sido escrito por mim.
Durante muitos anos, fiz apenas o que "era certo", o que "era esperado" de uma profissional "responsável", vivia intensamente essa realidade, apenas essa realidade... Vivi tão intensamente esse papel, que cheguei ao ponto de a uma pergunta tão simples quanto: "O que gostas de fazer?" apenas conseguir responder: "Trabalhar", e perante a insistência de uma nova pergunta: "E quando não estás a trabalhar, o que gostas de fazer? O que te faz feliz?" após uma hesitação inicial apenas dizer: "Isso pouco interessa! Sei lá o que gosto de fazer... Não tenho tempo para mais nada! Gosto de trabalhar e ser boa no que faço!".
Naquele tempo seguia apenas a razão. Fazia apenas o que a minha carreira, a minha profissão, a minha responsabilidade exigiam. Depois, tive a felicidade de descobrir…