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694 - Quando deixar ir ..... let go

Meu muito amado filho Estêvão Estamos tão acostumados a reagir por impulso quando alguém nos magoa, que acabamos envenenando o nosso dia ou, às vezes, a nossa vida. Este conto budista mostra-nos que muitas vezes a nossa felicidade pode depender da nossa capacidade de ignorar aqueles que nos prejudicam. Quantas vezes nos sentimos ofendidos, tristes, irritados com o comportamento dos outros? Estas reações são comuns e fazem parte do comportamento normal do ser humano. O problema surge quando os sentimentos negativos começam a aflorar e acabam a desgastar-nos. Aprender a ignorar uma pessoa tóxica não é simples, mas envolve uma profunda mudança de atitude. Devemos aprender a abrir a mente e a ver as coisas sob um outro ponto de vista. Nesse sentido, existe uma técnica de “aceitação radical”, uma técnica desenvolvida pela psicóloga Marsha M. Linehan da Universidade de Washington. Trata-se de aceitar algo sem julgamentos. Vamos dar um exemplo: quando alguém nos irrita com suas palavras ou com seus…

150 - Responde à chamada ....

Meu muito amado filho Estêvão Hoje quando te escrevo ainda és pequenino e o mundo evolui a uma velocidade tão grande que daqui a uns anos nem sei que maneiras haverão para as pessoas saberem umas das outras. Para se manterem em contacto umas com as outras. Seja como for acho que este conselho vai servir na altura também. Quando alguém te quiser falar, fala, retribui. Nunca ninguém esta assim tão ocupado, tão chateado, tão longe, tão sem cabeça que não consiga retribuir um contacto. Se te telefonarem. Telefona de volta. Se te mandarem correio eletrónico. Responde. Se te mandarem carta também. Se te quiserem falar pessoalmente pois fala. Se te mandarem sms, sinais de fumo, mensagem em rede social, apito de avião, o que seja. Responde. Nem que seja para dizer “recebi agora não tenho tempo/paciência/coragem para te responder”. Primeiro tu não é mais importante que ninguém para não corresponderes a um apelo de outra pessoa como tu. Ser humano a falar com ser humano qual é a dúvida? Não há dessas …